Racionamento de regulamentação adia a criação da "Nova CPFL"Votorantim, Bradesco e Camargo Corrêa têm todos os motivos para liderar a fila de reclamações contra a morosidade do governo em regulamentar o setor de energia. As três empresas estão sendo obrigadas a adiar sine die o projeto da sua power company. Trata-se da "Nova CPFL", operação da qual emergeria uma das maiores distribuidoras de energia do país e um conglomerado de geradoras. A idéia da VBC é colocar debaixo da CPFL suas participações na RGE e na Piratininga, em hidrelétricas e termelétricas e ainda em uma comercializadora de energia a ser criada. A presença da tríade nos próximos leilões também se daria através da empresa. Mas, novos investimentos em distribuição estão em banho-maria. O primeiro efeito foi a desistência inicial de entrar na disputa pela Copel. Na última semana, contudo, a julgar pelas articulações feitas com a Previ e as prováveis solicitações para que a Bradespar dê uma mãozinha no leilão, cresceram as chances de que a VBC venha a participar da privatização como uma espécie de bóia salva-vida. A lista de motivos para que a VBC sente em cima do plano de criação da "Nova CPFL" é proporcional ao porte do colar que o grupo pretende criar. Para começar, a velha e irresolúvel polêmica do Anexo 5. Some-se a isso a falta de uma política tarifária da Aneel que remunere os investimentos em geração e, para completar, a não-liquidação de todos os contratos no MAE. Uma das conseqüências é a falta de critérios claros de preços, o que tem levado grupos como Enron, AES e El Paso a não vender energia de geradoras recém-construídas. No caso da VBC, o estorvo é ainda maior pela intrincada engenharia financeira que foi montada para gerar a "Nova CPFL". Seria feita uma oferta à Previ e aos minoritários para trocar as ações que detêm nas distribuidoras da VBC por participação equivalente na new company. A seguir, viria uma emissão de ações no Novo Mercado e de ADRs em Nova York. Esta operação equacionaria o passivo do grupo, usando a geração de caixa da CPFL. Para não falar nos investimentos previstos: cerca de R$ 2 bilhões em novos projetos de geração, além dos R$ 3,6 bilhões já comprometidos. Só que, ao que tudo indica, é o projeto certo no país errado. Ainda assim, pode ser até que a "Nova CPFL" fique um pouco mais velha, mas sua constituição no porvir continua sendo inevitável.
Chinatown Banda
larga Tomahawk Onde é que a National Grid estava com a cabeça quando ofereceu sua parte na Intelig para seus sócios, France Telecom e Sprint? Os dois grupos não apenas abriram mão do direito de preferência sobre os 50% dos ingleses como também já estão procurando comprador para as suas ações. |
Relatório
nº 1744 De
cócoras Dia
D (ou será V?) A AEP está negociando com o grupo Rede a formação de um consórcio para o leilão da Celg. Frigideira
Curativos Ufa! Demorou, mas a Telefónica espera resolver até o fim do ano a compra da parte da Iberdrola na Tele Leste Celular.
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