Telefónica
desenvolve um
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relatório nº 1502-23/10/2000 font>
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Duro na quedaO controlador da Fabrimar, Fausto Martins - um dos acionistas da White Martins - resiste, bravamente, ao canto da sereia. Recentemente, teria recusado duas ofertas firmes de grupos internacionais. |
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Mesmo após levar a Aços Villares, a Sidenor segue recorrendo aos serviços de consultoria de um ex-figurão do governo FHC e grande conhecedor da empresa. |
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Tomou DorilOnde está toda aquela sanha varejista que o Lloyds tanto alardeou para o Brasil? Agora, o banco estaria desmobilizando a equipe formada para avaliar o Besc. |
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Javier Villar, presidente da Cerj, deverá seguir o rumo do Nordeste e assumir a direção da Coelba. |
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BombardeioPara quem gosta de lavação de roupa suja em público, atenção no discurso de despedida do brigadeiro Mauro Gandra do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas. |
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O BC busca uma fórmula contábil para converter algumas dívidas do BEM em convidativos créditos fiscais. |
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AtacadoA Mitsubishi está vendendo um pacotão de equipamentos para exploração e produção de petróleo no país. |
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A alemã Eon é candidata ao leilão da Copel Geração. |
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O diretor-presidente da Tupy, Mário Egerland, procurou o RR para esclarecer que inexistem problemas nas relações com Previ, Telos e Aerus.
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Preço da nafta permanece órfão de pai e mãeAfinal de contas, alguém pode responder quem é o responsável por equacionar a arbitragem do preço da nafta? O problema é que o intenso jogo de empurra entre várias esferas do governo vem criando um vácuo em torno da decisão do assunto e transformando o tema - a princípio, meramente técnico - em uma questão política. O ministro Rodolpho Tourinho (PFL) não assumiu a responsabilidade e passou a bola para os presidentes da Petrobras, Henri Philippe Reichstul, e da ANP, David Zylbersztajn, mas os dois tucanos rebateram de primeira e jogaram a bola para o mato. Sabe-se que o próprio ministro Rodolpho Tourinho andou tentando empurrar o assunto para o colo do senador Antônio Carlos Magalhães. E tem gente querendo que até o PT, de Olívio Dutra, entre na conversa devido ao envolvimento do Pólo Petroquímico do Rio Grande do Sul. Até agora, no entanto, ninguém assume a paternidade pela decisão do assunto. |
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NKK traz seu tubo de ensaio para o BrasilA japonesa NKK Tubes - que comprou parte da argentina Siderca, controladora da Confab - está desembarcando em solo brasileiro. E, logo de cara, já tem uma série de escalas programadas no país. A primeira delas é uma negociação com a francesa Totalfinaelf para a construção de ramais e a expansão do gasoduto de Uruguaiana, que transportará gás da Argentina para o Rio Grande do Sul. O acordo passaria pela entrada no capital do negócio e pelo fornecimento de tubos de aço sem costura. Participará ainda da construção de ramais para levar o gás do Bolívia-Brasil até termelétricas que serão construídas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Estas operações serão uma espécie de tira-gosto, um teste no Brasil. Se conseguir ganhar um significativo mercado na América Latina, a NKK pensa até em construir fábricas por estas bandas. A NKK também já manteve entendimentos com a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil, com a intenção de participar da implantação de ramais do gasoduto no Mato Grosso do Sul e no Rio de Janeiro. O grande trunfo do grupo japonês no país é a parceria societária com a Confab. Afinal, é provável que, neste primeiro momento, o fabricante brasileiro forneça suporte fabril para todos estes projetos. |