Bell
South entra na fila pelo
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relatório
nº 1494 - 10/10/2000
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Tira-gostoO empresário Abram Szajman teria sido procurado recentemente por duas multinacionais dispostas a dar uma pequena mordida no capital da Vale-Refeição. |
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Corpo foraJá não é tão certa como parecia a presença da Duke Energy no leilão da Cesp Paraná. Aos quarenta do segundo tempo, a empresa decidiu contratar um banco americano para dar uma derradeira e decisiva olhada no passivo da empresa. |
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Banheira do GuguO apresentador
Gugu Liberato vai bem, obrigado. Já o empresário... Pelo menos no que
diz respeito ao setor de parques temáticos, que, nos últimos meses,
teria voltado a registrar baixos índices de ibope no quesito financeiro. |
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Mudanças à vista na CEG. A Gas Natural estaria disposta a vender parte de suas ações na empresa. |
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Especulobrás Um banco norte-americana, identificado no Brasil com um ex-ministro da Fazenda, tem comprado vários lotes de ações da Petrobras. Por coincidência, a mesma instituição vem propalando aos quatro ventos a informação de que a estatal anuncia, em novembro, a descoberta de petróleo em um bloco no Sudeste. |
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Primeira estaçãoSão Paulo abrigará a primeira investida do grupo hoteleiro Four Seasons no país. Os canadenses vão fincar sua bandeira no Palácio Tangará, hotel seis estrelas que entra em operação em 2001. |
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Foi em vão o périplo de Olacyr de Moraes em busca de um sócio para os
leilões das Bandas C, D e E de telefonia celular.
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Repsol completa o tanque no BrasilQuem viver verá. A Repsol vai deflagrar, em breve, um grande projeto de expansão na distribuição e revenda de combustíveis. O grupo espanhol estaria negociando a compra de postos da Shell nas regiões Nordeste e Sudeste. Deverá fechar ainda a aquisição da rede Frannel, com cerca de 50 postos concentrados em Pernambuco e Espírito Santo. Além disso, teria também interesse na Satélite, que tem cerca de 100 postos no Nordeste. Em todas estas operações, seria hasteada a bandeira da argentina YPF, controlada pelo grupo. A mudança de marca deverá ser estendida também para a rede de postos Wal, controlada pela Repsol e pelo grupo Peixoto de Castro. Hoje, a Repsol controla 125 postos no Brasil, entre estabelecimentos que operam com as bandeiras Wal e YPF. Com esta modesta atuação, fica atrás de diversas redes regionais, como a Equatorial, concentrada na Região Norte, a Fox, forte nos estados do Sul, e a São Paulo, leia-se Agip. Mas esta modéstia operacional vai virar antigüidade. Já com este primeiro pacote de aquisições, a empresa terá um significativo salto no ranking do setor. Mas os espanhóis querem mais. A política de compra de outros postos será mantida até que a companhia atinja um número cabalístico: cerca de 2,5 mil postos em pouco mais de dois anos, o que a tornaria uma das cinco maiores distribuidoras do Brasil. Para dar suporte a esta expansão, a Repsol já iniciou, inclusive, uma nova negociação com a Petrobras: quer uma participação na Refinaria Landulfo Alves, na Bahia. O acordo seria nos mesmos moldes da parceria já fechada em torno da Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul. |
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