Previ
dá um calote na Brascan
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relatório
nº 1482 -22/09/2000< /font>
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Olhos de linceDona Maria Cecília Geyer, comandante-em-chefe da Unipar e hours concours na categoria "antevisão de rentabilidade", já identificou que o melhor investimento está dentro de casa. Estaria estudando com carinho a aquisição dos 9% da PQU em poder da Sociedade de Empregados da Empresa. O mandato de venda das ações está nas mãos do Indosuez e já há uma fundação namorando a idéia. |
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Renda fixaMarcos Magalhães Pinto já contabilizou algumas dezenas de milhares de dólares de patrimônio positivo no rescaldo do Nacional, que ficou pendurado no BC. Do jeito que a coisa vai, acabará se tornando um bom negócio. |
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| O CEO da Suez Lyonnaise, Gérard Mestrallet, aterrissa no Brasil em outubro. Vem fechar parcerias para o leilão da Embasa. | |||
PSINet vem aíO sorriso do Homem do Baú pode ficar ainda mais largo. A americana PSINet estaria flertando com o SBT On Line, que até agora teria rendido mais prejuízos do que lucros ao empresário Senor Abravanel. O interesse estaria centrado na operação de acesso à Internet da empresa. |
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PetrohedgePerguntar não ofende: afinal, quanto a Petrobras compra de petróleo no mercado spot? Será que a quantidade justifica toda essa onda? |
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Fora do ganchoO empresário José Carlos Fragoso Pires morre de medo de receber um telefonema do BNDES. Pode ser alguém cobrando o pagamento pela compra da Alcanorte. Fragoso teria deixado de quitar várias parcelas do contrato. |
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Na bolsa de apostas do setor elétrico, a americana PP&L passou a ser uma espécie de pule de dez para o leilão da Ceal, de Alagoas. |
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O diretor do grupo Hyatt na América do Sul, Mylies McGarty, saiu à cata de um sócio para construir um hotel de luxo no Rio de Janeiro. |
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Williams encena "Quero ser grande" na ATLDurante um bom tempo, a Williams roeu o osso na ATL. Não seria agora, na hora do bem-bom, quando o controle da empresa passará oficialmente para a Southwestern Bell (SBC), que os norte-americanos abandonariam o barco. Muito pelo contrário. O grupo quer mesmo é aumentar a sua participação na operadora da Banda B no Rio e no Espírito Santo. Neste caso, as conversas devem ocorrer com a SBC. Oficialmente, a empresa é hoje detentora de 25% do capital da ATL, mas sabe-se que é só a Anatel dar o sinal positivo para que os americanos comprem o restante das ações da Algar e assumam o controle da operação. Hoje, a Williams tem 22% do total da ATL e gostaria de beliscar algo próximo dos 40%. A companhia tem todos os motivos do mundo para acreditar que as negociações com a SBC serão muito bem-sucedidas. Ambas são parceiras operacionais nos Estados Unidos e não haveria, pelo menos na teoria, motivos para a SBC se opor ao crescimento da participação da Williams no negócio. Os planos de crescer no Brasil fazem parte de uma estratégia mundial da Williams. Nos últimos anos, devido à saturação do mercado de telecomunicações nos Estados Unidos, a empresa começou a carimbar seu passaporte para outros países. Hoje, tem negócios também na Venezuela, na Austrália e até na Lituânia. No Brasil, a Williams estaria de olho gordo para cima da Banda C, negócio que, acreditam os americanos, seria muito rentável se unificado à operação da ATL. |
O J.P.Morgan - ou o agora Chase J.P. Morgan - é o nome mais cotado para ser o adviser da AES no leilão da Cesp Paraná. |
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