Exxel
e Bimbo disputam
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relatório nº 1453 -11/08/2000< /font>
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Quem comprou na baixa, se deu bem. Bateu, ontem, no topo a cotação de Luiz Carlos Santos no pregão palaciano. |
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A coreana Hyundai teria saído em busca de um parceiro operacional para a fabricação de eletroele-trô-nicos no país. |
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O cardápio do grupo argentino Macri no Brasil será ampliado com a entrada da MTC, sua subsidiária, nos leilões da Banda C. |
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MinoritrocaO voto da diretoria da CVM, no final da tarde de ontem, registrando o placar de 100 a zero a favor de Ângelo Calmon de Sá no embate com os minoritários da Polialden, demonstra que a cabeça de cada um é bem diferente do pensamento coletivo. Mas, também, ninguém sabe o que acontece a quatro paredes. |
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Cartão de visitaA Agip entrou rachando na operação brasileira da Bri-tish Borneo. Demitiu o staff e desmontou toda a estrutura da empresa. |
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A Fidelity Investment quer aumentar sua participação na Metrored. |
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Triste lembrançaOs controladores da Olvepar, trading de soja, recusaram, há alguns meses, uma oferta de cerca de US$ 100 milhões da Cargill. Pouco depois vieram a concordata da empresa e, provavelmente, um arrependimento de dar dó. |
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Queda-de-braçoA portuguesa Epal tentou comprar a Águas do Juturnaíba, da Região dos Lagos, no Rio. Mas os controladores da empresa, Queiroz Galvão, Cowan e Carioca/Developer, mandaram um recado: não são vendedores, mas compradores de concessões. |
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Xerox do Brasil II, a vendettaValeu a pena ver de novo o remake da paixão, saga e ascensão intracorporativa da Xerox do Brasil, deve estar pensando, com um sorriso de vencedor na alma, o timoneiro da Xerox tupiniquim, Guilherme Bettencourt. Afinal, a operação brasileira da multinacional chegou a ser responsabilizada, no início de 1999, como principal contribuinte do buraco nos resultados da corporation. Depois, é bem verdade, o alto-comando da Xerox Co. reconheceu, internamente, que não tinha entendido muito bem os efeitos contábeis da desvalorização sobre a lucratividade em dólar da Xerox do Brasil. De qualquer forma, já no primeiro trimestre deste ano, a corporation encenava a versão original de "Xerox do Brasil, a vingança", destacando, no seu comunicado a Wall Street, os resultados da operação brasileira. Na semana passada, em Nova Iorque, a festa foi completa: toda a diretoria da corporation e mais os 20 dirigentes das principais operações da Xerox no mundo, elegeram a Xerox de Vera Cruz o modelo organizacional para todas as suas ramificações. A presidenta da corporation, Anne Mulcahy, determinou que, simplesmente, a Xerox do Brasil "compartilhe seu case de gestão e sua capacidade para implementar parcerias estratégicas com todas as organizações Xerox do planeta". Mulcahy chegou a dizer que "a Xerox do Brasil é a companhia que a Xerox gostaria de ser". Enquanto se delicia com o saboroso prato frio da vendetta, Guilherme Bettencourt se prepara para descascar um suculento abacaxi de sobremesa: arrumar data e organizar a vinda dos cerca de 20 charters das organizações Xerox que chegarão ao Brasil brevemente. |
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O banco americano Bear Stearns voltou a olhar os números da Chesf. |
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TorpedoO alemão Hypovereinsbank teria enviando um aviso ao Ministério de Minas e Energia: topa financiar a construção de hidrelétricas no Norte do país. A instituição montaria o project finance da operação, que contaria ainda com recursos do BNDES e do BID. |
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