BNDESPar puxa a fila dos futuros sócios da Gradiente TelecomA entrada da BNDESPar é apenas o abre-alas. O processo de abertura do capital da Gradiente Telecom, divisão de telefonia da Gradiente, vai muito além do que tem imaginado a vã filosofia do mercado. Pressionada pela necessidade de captar recursos e abater seu maior problema, o alto endividamento, a Gradiente vai negociar 49% das ações da sua mais rentável subsidiária. Inicialmente, a agência de fomento comprará 10% da empresa. O segundo ato é o ingresso de fundos de private equity no negócio. A Gradiente já iniciou conversações com alguns candidatos, todos fundos nacionais. A eles caberá um quinhão entre 10% e 15% da empresa. A terceira e última etapa é um IPO da Gradiente Telecom nas Bolsas. Se tudo correr como manda o figurino, esta tríplice operação poderá render mais de R$ 250 milhões para o grupo - só a BNDESPar entrará com R$ 60 milhões. Estes recursos não resolvem todos os infortúnios da companhia, mas já servem para abater a maior parte do passivo da Gradiente Eletrônica, a holding do grupo, através do resgate de eurobonds no valor de R$ 220 milhões. A chegada de forasteiros não ficaria restrita ao capital da Gradiente Telecom. A operação deverá se repetir na Gradiente Áudio e Vídeo. Sua situação financeira é muito mais complicada do que a da sua irmã siamesa. Se a Gradiente decidiu abrir o capital da Telecom primeiro foi simplesmente pelo fato de que a empresa poderá atrair rapidamente novos acionistas, permitindo um pronto equacionamento de parte do seu endividamento. Mas se há uma empresa no grupo que precisa urgentemente de uma injeção de capital é a Gradiente Áudio e Vídeo. Para início de conversa, a companhia nasceu com um passivo na casa dos R$ 60 milhões para um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 40 milhões. Sua participação na receita do grupo é de R$ 400 milhões - a Gradiente Telecom deve faturar cerca de R$ 1 bilhão neste ano. Além disso, a operação de áudio e vídeo está órfã desde o fim da parceria com a JVC, há alguns meses. Na busca de sócios para a Gradiente Telecom, o grupo joga suas fichas no principal negócio da empresa: a NG Industrial. Trata-se da joint venture firmada com a Nokia, que detém 51% da companhia. A parceria com os finlandeses tem sido fundamental para equilibrar os resultados da Gradiente Eletrônica. O negócio tem se mostrado tão rentável que já há até quem diga que a Nokia teria interesse em aumentar sua participação na empresa. Sentido, faz. Logo que chegou ao mercado brasileiro, a multinacional não quis se arriscar a entrar de cabeça no país e optou pela parceria com a Gradiente. Agora, no entanto, a história é outra. Já conquistou espaço e, não se pode esquecer, saiu beneficiada pela decisão da Anatel de usar a freqüência 1.8 Ghz na Banda C - favorável aos fabricantes europeus - o que a motiva a aumentar seu parque fabril no país. Por isso, nada demais se, em algum momento, a Nokia pensasse em aumentar sua presença na Gradiente Telecom. Eugênio Staub e Cia. juram que é impossível. Mas, quem sabe, um dia... |
relatório nº 1452 -10/08/2000< /font>
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Aos poucos, o Makro está voltando a encher o carrinho com resultados operacionais. No ano passado, o lucro da empresa foi garantido, em grande parte, pelas receitas financeiras resultantes da desvalorização cambial. |
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Regra-trêsA francesa Schneider Electric não quer nem pensar de ficar de fora da construção da linha de transmissão Norte-Sul 2, da expansão do trecho 1 e da interligação Sudeste-Nordeste. Mas, por via das dúvidas, já escolheu um novo alvo: os próximos leilões no Centro-Sul do país. |
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Agora é líquido e certo. Motivada pelos recentes problemas na área hoteleira, a Funcef prepara uma limpa na sua carteira imobiliária. |
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TelerondaA americana Air Touch anda vagando em busca de uma participação em uma empresa de telefonia celular. Teria até batido na porta da Tele Leste Celular. |
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O Deutsche Bank está entrando firme no setor de distribuição de gás. O banco deverá atuar como adviser e financiador de consórcios para participar de leilões. |
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A Fidelity Investment quer aumentar sua participação na Metrored. |
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Papel-carbonoDepois de muita conversa e nenhum negócio fechado com a Melhoramentos, a Svenka Cellulosa resolveu partir para outra. Teria iniciado entendimentos com um dos maiores fabricantes de papel e celulose em torno de uma parceria operacional. |
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Lenha na fogueiraA GP Investimentos voltou à carga para aumentar sua participação na Ferropar. Já teria, inclusive, aumentado sua oferta para reduzir as resistências dos seus sócios, a MPE e os bancos Interfinance e Eurobanco. |
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| A Telefónica estaria preparando um aumento de capital do Terra Networks no Brasil. | |||
Siga o mestreNa cola das montadoras que estão se instalando no Brasil, a Wiest - uma das maiores fabricantes nacionais de autopeças - deverá construir uma fábrica no eixo Rio de Janeiro-Minas Gerais. |
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Espelho rachadoÀs voltas com brigas societárias e dificuldades para cumprir as metas da Anatel, uma companhia canadense de telefonia está pensando seriamente em se desfazer de todas as suas participações no Brasil.
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Crédito nascenteA Petrobras mandará para o Japão no próximo mês uma missão para negociar uma nova leva de financiamentos com o Japan Bank for International Cooperation. Nesta nova rodada de negociações, a estatal deverá trazer na bagagem um acerto financeiro não só para a exploração e produção de petróleo, mas também para o refino, transporte e distribuição do combustível. Deverão ser acertados dois modelos de crédito. No primeiro, o JBIC financia SPEs compostas pela Petrobras e companhias japonesas; e, no outro, diretamente a companhia. |
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