BC
e BNDES duelam ao raiar
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relatório nº 1448-4/08/2000
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Dote milionárioAlém das ações da família Villares, a espanhola Sidenor também estaria de olho na participação de 20% do grupo Itaúsa na Aços Villares. Se caprichar na oferta, é bem provável que os Setúbal se desfaçam do negócio. |
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Com o BC já está tudo certo. A Goldman Sachs vai, finalmente, abrir seu banco no Brasil. |
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Allons enfant...O ex-presidente do Bozano, e hoje executivo da Companhia Bozano,Simonsen, Paulo Ferraz, estaria passando os dias a cantarolar trechos da "Marselleise". Tudo a ver com um certo convite que teria recebido. |
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Leite derramadoA Parmalat destacou uma equipe para passar uma lupa nas suas operações no Brasil. O resultado do pente-fino deve ser a venda de uma série de unidades que hoje não estariam dando nem para o gasto. A decisão teria partido da própria matriz da Parmalat, na Itália. |
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ObesidadeA General Electric tem planos de engordar a operação da Gevisa, uma das principais fabricantes de máquinas e equipamentos indus-triais no Brasil. A expansão passaria, inclusive, pela construção de mais uma fábrica. |
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Finalmente teria aparecido um pretendente à parte do Grupo Monteiro Aranha na Pró-Lagos: trata-se da Funcef. |
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Colher-de-cháA Quaker está tentando engrossar a sua operação de logística no país, com uma colherada de parcerias com portais do setor. |
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A Sulgás está entrando no mercado de transmissão de dados por fibra óptica. Passará os cabos pelos seus próprios dutos. Além disso, deve criar uma joint venture com algum operador do setor. |
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A Tele Centro-Oeste Celular estaria se preparando para colocar no gancho o seu título de companhia aberta. |
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Fado elétricoA CEEE - distribuidora de energia gaúcha - vai abocanhar cerca de 10% do capital de todas as térmicas à biomassa que serão construídas pela portuguesa Companhia Geral de Distribuição de Energia Elétrica no Rio Grande do Sul.
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Fatura liquidadaO governo de São Paulo já bateu o martelo. A francesa Alstom ganhou sozinha a licitação para a venda e instalação de equipamentos para a Linha 5 do Metrô da capital. Para a companhia é um ensaio da disputa pela operação do Metrô paulista, na qual deverá entrar em parceria com os argentinos da Metrovias e a RATP - administradora do Metrô de Paris. O grupo também participará da licitação da operação do Metrô de Salvador. Se levar as duas concessões, a Alstom deverá criar uma holding para abrigar as empresas. |
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