Bell
South quer reger sozinha
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relatório nº 1446-2/08/2000
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Santo de casaOs planos expansionistas da Ripasa ganharam um aliado e tanto. A BNDESPar, sócia da empresa, teria sinalizado que entra com parte dos recursos para tocar o projeto. |
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O fechamento de capital da Pirelli Cabos é o primeiro ato de algo bem maior: um acordo com um grupo de transmissão de dados e voz, que incluiria troca de ações. |
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Mesa-redondaA próxima jogada da ISL, que já fechou contratos de parceria com o Flamengo e o Grêmio, não se dará dentro das quatro linhas. A empresa suíça pretende criar um canal de esportes por assinatura. |
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Isca tributáriaA Ford resolveu acelerar a formação do séquito de fornecedores que atenderão à sua futura fábrica na Bahia. Um pacote de incentivos fiscais, generosamente ofertado pelo governo baiano, será a isca usada pela montadora para atrair os futuros parceiros. |
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Futuro sem fioMaior fabricante nacional de centrais PABX e telefones fixos, a Intelbrás quer entrar no mercado de celulares. Está conversando com alguns grupos internacionais, de olho em uma joint venture, na qual teria participação minoritária. |
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A coreana Dongkuk teria sondado a Usiminas sobre a possibilidade de um acordo operacional com a Cosipa. Ficou falando sozinha. |
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Com todo gásO banco americano Taylor-Dejongh, que já financia vários projetos em geração de energia no país, está agora interessado em entrar na construção de gasodutos e na ampliação de refinarias. |
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O fundo americano Hicks, Muse está trazendo para o Brasil seu braço de venture capital. O alvo é Internet, Internet e... Internet. |
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A Toront Transit Comission e a Ansaldo-Breda devem entrar juntas nas licitações para o metrô em Recife e em Fortaleza. |
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A Petrobras negocia um acordo na área de distribuição de gás com a CEG, nos mesmos moldes do acertado com a Comgás.
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FHC apela para o social targetFez sucesso no Palácio do Planalto a proposta do economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas, em trabalho que está sendo realizado - pasmem - para o Ministério da Fazenda sobre um sistema de metas sociais. A idéia é um derivativo do inflation target, com todas as ressalvas em relação ao seu aplicativo. Seu objetivo é amplamente meritório, ou seja, estabelecer um sistema de metas de redução da pobreza e outros indicadores sociais que compõem a cesta do Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, no qual, aliás, o Brasil está classificado em um dos últimos e desonrosos lugares. O que chama a atenção do governo, contudo, é o ga-nho político da medida e a rara oportunidade para sua implementação. Por um lado, a economia deverá embicar para cima - ninguém tem dúvida disso entre os conjunturalistas da Fazenda e do BC. Por outro, o impacto do aumento de arrecadação tributária decorrente da expansão prevista da atividade juntamente com a redução da dívida pública via queda dos juros configuram um cenário de rara oportunidade para realização do gasto com o social. O resultado fiscal projetado, portanto, permite a despesa adicional sem qualquer mancha no acordo com o FMI ou mesmo sinalização para as agências de rating de que estaria se iniciando, antecipadamente, o período de gastança com a sucessão presidencial. O objetivo é ambicioso. Por exemplo: FHC vai à televisão e anuncia que, depois da inflação, o Brasil vai acabar com a miséria absoluta. Mostra os números do novo orçamento social. E apresenta o programa de metas. No final, fica claro que a erradicação da pobreza depende da continuidade do seu governo, seja quem for o candidato. |
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